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Novembro é mês de vacinação contra Aftosa

Publicado em 08/11/2013 00:00:00


Editor de texto rico, editor1

\O Departamento Municipal de Agropecuária, Abastecimento e Meio Ambiente (DAM) alerta os produtores rurais para a campanha de vacinação contra a febre aftosa que está sendo realizada neste mês de novembro.

Segundo o assessor do DAM Márcio Ladeira, até o final deste mês todo o rebanho bovino e bubalino compreendendo o gado entre 0 (zero) até 24 meses tem que ser vacinado. A vacinação é obrigatória e tem que ser comprovada junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Ladeira informou também que as cartas de aftosa se encontram no Departamento de Agropecuária, na Rua Coronel José Manoel (antigo prédio do Ginásio São José) e não serão entregues pelos correios, como nas campanhas anteriores. “ Os produtores devem retirar suas cartas no Departamento e a campanha vai de 01 a 30 de novembro. Só deve ser vacinado o gado de 0 a 24 meses”, afirmou Ladeira.

Cuidados com a vacina:

\

Conservação:

Transportar em caixa de isopor com gelo e lacrada;

Na propriedade manter em geladeira (Temperatura de 2 a 8º C);

Jamais conservá-la em congelador ou aquecê-la para que não estrague;

No campo manter a vacina em caixa de isopor com gelo à sombra.

 

Aplicação da vacina:

Dose: de 5 ml para cada animal;

Via: subcutânea (debaixo da pele) ou intramuscular (no músculo);

Local da aplicação: na tábua do pescoço;

Agulhas: limpas (fervidas ou esterilizadas) no tamanho 15 x 18 para a via subcutânea ou 20 x 18 para a via intramuscular.

 

Notifique ao IMA casos suspeitos:

\ 

A notificação da suspeita de febre aftosa ao IMA é obrigatória e deve ser feita imediatamente, num prazo máximo de 24 horas.

Quanto antes uma suspeita da doença for notificada, mais rápida será a investigação e eliminação do foco, se for comprovado. Para o sucesso das ações emergenciais o tempo é o principal adversário a ser vencido.

O Estado de Minas Gerais é considerado zona livre de febre aftosa com vacinação. O último foco ocorrido no Estado foi em maio de 1996.

 

Para acompanhamento e verificação o produtor deve observar o rebanho dos animais de casco bipartido, tais como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos.

 

Principais sintomas:

Febre, aparecimento de aftas na boca, gengiva e língua dos animais, além de feridas nas patas e úberes. Os animais mancam e babam muito.

 

Sem aftosa todos são beneficiados.

Com um rebanho saudável e livre da aftosa é possível transportar e vender os animais e seus produtos com a documentação sanitária exigida por lei, para qualquer estado do País e até para o exterior.

As exportações no Estado, nos últimos sete anos deram um salto de 12,93 toneladas para 79,33 toneladas de carne exportada.

Sem a doença, muitos prejuízos são evitados, tais como a queda da produção de leite e de carne e seus derivados, mortandade de animais e abortos e, ainda, o sacrifício dos rebanhos.

 

Produtor não deixe de vacinar seu gado. Se necessário procure o IMA ou o Departamento Municipal de Agropecuária, Abastecimento e Meio Ambiente, pelo telefone: 3353-6388 – Ramal 35. 

http://prados.mg.gov.br


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